Sem você para me fazer feliz
Sem você para desabafar as minhas mágoas
Sem o seu ombro para eu chorar
E nas horas difíceis do meu caminho
Fazer-me ver que a vida tem muito valor
Quando há amor
Pode ser que um dia
Quando olhares para mim
Não lhe direi palavra alguma
Mas se olhares dentro dos meus olhos
Verás que tu és o único motivo
Que os fazem brilhar
Sentirás no calor do meu beijo
O tamanho do meu amor por você
Ainda que um dia à distância nos separe
O tempo insistirá em me mostrar a sua importância na minha vida
Será a saudade…
Que a cada suspiro meu
Estarei lembrando de você
E quando não suportar mais tanta ausência
As minhas lágrimas serão como gritos
Chamando pelo seu nome
E talvez um dia…
Quando pensares em mim
Lembrarás que alguém sentiu algo especial por você
Um sentimento que pode ir muito além da imaginação
O melhor e o mais precioso de todos os sentimentos: o amor.
A expressão bullying (valentão) abrange comportamentos agressivos de um ou mais estudantes contra outro, numa relação desigual de poder. Intencional e repetitivo, esse comportamento que se manifesta sem motivo aparente, envolve o ambiente escolar numa atmosfera de medo e ansiedade.
Bullying virou uma espécie de sinônimo de violência escolar. Todo tipo de agressão, seja ela física ou verbal, com o objetivo de humilhar e ridicularizar encaixa-se no conceito. Mais grave ainda é perceber que os agredidos acabam sentindo-se culpados, porque são feios, gordos, etc.
Os alunos, vítimas da hostilidade que os acompanha, muitas vezes durante anos, poderão não superar o trauma, tornando-se adultos negativos, hostis e com uma baixa auto-estima.
Mesmo sendo um dos principais problemas, diante de tantos outros que permeiam a educação de crianças e adolescentes, a prática do bullying só começou a ser de fato estudada há pouco mais de dez anos. Segundo o médico Aramis Lopes: “A única maneira de se combater o bullying é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais. As medidas tomadas pela escola para o controle do bullying, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de costumes de não violência na sociedade”.
Felizardo (2007) é incisivo ao afirmar que o bullying está presente em todas as escolas. A questão é que essa violência muitas vezes não é detectada. Ou porque a pressão é tamanha que ninguém, inclusive a vítima, ousa denunciar o agressor, ou porque a família e a escola negligenciam o sofrimento que pode levar o indivíduo a cometer suicídio. A morte enquanto única possibilidade de libertação.
Pesquisas realizadas recentemente no Brasil revelam um dado preocupante: O bullying ainda é desconhecido por muitos profissionais da educação, saúde e segurança (FANTE, 2008). O Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar, em estudo apresentado em 2007, revela que “a média do envolvimento dos estudantes brasileiros no fenômeno é de 45%”. Dado bastante preocupante já que situa o Brasil acima da média mundial.
Em relação ao Piauí, o que se percebe é uma carência ainda maior de informações e estudos a respeito do problema. Tanto a rede pública quanto a rede particular de ensino carecem voltar-se para um fenômeno que já alcança números epidemiológicos.
E pra fechar com chave de ouro, a obra mais irrelevante da semana… Esse é o tipo de coisa que: vaza na internet, mas não conta pros amigos. Sir. Henrique Moreira na dança do Siri.
Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida; que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.
E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente…
É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping).
Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.
Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.
Será que nada dá errado pra eles?
Dá… aos montes!
Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.
O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote.
Que “audácia” contrariá-los!
São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato.
Alguém aí falou em complexo de perseguição?
Justamente. O mundo versus eles.
Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho.
Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.
Eu ando deixando de graça…
Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.
Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia.
Então eu uso a “porta do lado” e vou tratar do que é importante de fato.
Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom-humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.
Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom-humor, não estrague o seu dia…
Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.
Lembre-se, o humor é contagiante – para o bem e para o mal – portanto, sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.
A “Porta do lado” pode ser uma boa entrada ou uma boa saída…
Já que citei tal nome no texto passado, por que não escrever um texto para a mesma? Nossa tão saudosa Concha Acústica de Parnaíba… Foram muitos seus momentos gloriosos, até nos nossos filmes ela tem uma participação pra lá de especial, dêem uma olhada no vídeo abaixo, não me recordo em que metragem, só sei que ela aparece.
Por muitos e muitos anos, os folguedos foram realizados nela, como é uma grande área que ela tem, a parte do palco, supostamente, era usada para shows e apresentações artística, e por trás, onde se encontra uma quadra de esportes, e uma bela praça – onde se encontra também a Unidade Escolar Galhanoni – era usada para as apresentações das Quadrilhas e Bumba-meu-Boi.
Quem visitou algum folguedo, ou algum evento que sempre tinha, com certeza já presenciou, ou já ouviu boatos das grandes “Brigas de gangues” que tinham no local. Era incrível, falava em evento na Concha Acústica, se falava em briga. Os marginais deviam se preparar e esperar ansiosamente umevento do tipo, para poder preparar um verdadeiro arsenal de facas, facão, pás, pedras & afins.
Era marcado o encontro, sempre era a galera da G.D.C. (Galera da Concha), contra a galera ou do Bairro São José, Ou da famosa Lagoinha, ou do Bairro Piauí, ou de qualquer outra periferia Parnaibana. A Polícia, com seu enorme aparato, sempre aparecia, mas acho que eles achavam era bonito a cena do pessoal se flagelando… Era pau, era pedra, era o fim do caminho, era resto de toco, um pouco sozinho… E os policiais assistindo tudo de camarote…
Hoje em dia a Concha Acústica, espaço tão bom, com um ótimo palco, e como o nome já diz, com uma ótima acústica, vive abandonada servindo de moradia para a nostalgia de suas épocas de ouro… De vez em nunca que os membros de Igrejas Cristãs realizam missas lá, mas termina aí.
Fico a pensar
Será eu mal compreendida?
Ou eu mal copreendo o mundo?
Ocerto nao se propaga
O mal espalha e encrava
Frageis mentes humanas
Latifúndio dos erros
Corações, corações só acertos
Paro!!!! Ando de encontro ao acerto
Não, não para o ronco da chibata
Canso, canso, volto ao DITO inserto
E aqueles velhos sonhos de criança, após ver vários e vários especiais da Rede Globo mostrando aqueles cantores famosos. Influência, querendo ou não nós temos. Aqueles quatro que revolucionaram a música, tais de The Beatles… Renato Russo e sua Legião Urbana… Aquele tal de Cazuza… Ainda me lembro deles começando suas carreiras, aqui mesmo pertinho, tocando na Concha Acústica, apesar que as apresentações deles só davam um bom público em Comicios, Folguedos ou alguma festinha da Igreja… Nunca imaginei que eles fossem tão longe.
Agora são orgulhosos, passam na Rua e nem olham, pobres tolos, acham que me importo? Rum! Um dia ainda vão sentir inveja de mim. Mamãe pode é brigar mandando eu parar de fazer barulho pra não incomodar os vizinhos… Eu já disse pra ela: Mãe, um dia eles irão é agradecer por você ter deixado eu fazer meu Rock! – E ela com a mesma ironia me respondia: até lá meu filho, deixe-os em paz um pouco.
Gosto de fazer barulho mesmo! Barulho não, digamos, fazer meu Rock. Chamar a galera pra cá, carregando aquelas caixas e aquelas guitarras, que apesar de humildes, tem seu valor pra lá de especial pra nós. Voltar a subir naqueles palcos da vida, voltar a ser aplaudido, voltar a ser polêmico, o centro das atenções. Dificil sim, e muito, mas não impossivel.
Gosto de criar minhas músicas, minhas letras, soltar todas as minhas frustações num pedaço de papel, e depois, com a melodia pronta, sonhar que vou poder ouvi-la nos quatro cantos desse País, do Mundo! Imaginar um Clipe, um Grammy, a gravação do primeiro Dvd… Posso sonhar, doutor?!
Posso sonhar em ser famoso? Em dar autografos? Em ser reconhecido na minha Cidade? Em ter fãs? Mas desistir?! Nunca, doutor!
Dois grandes reporteres, Ícaro Uther e Hyago Pinheiro foram conferir de perto a situação que está passando nossa cidade, com o alto nível do Rio Parnaíba.
Várias partes da Cidade já estão alagadas, com várias familias que estão sem moradia e se abrigam neste momento em vários alojamentos cediddos pela prefeitura.
Confiram algumas fotos do Porto das Barcas.
Muito grave a situação do Porto das Barcas.
É com mais seriedade que vinhemos aqui pedir para vocês que doem para as famílias necessitadas. Roupas, Alimentos, Agasalhos, Cordas etc. Vários pontos de coleta estão espalhados pela cidade, se informem.
Jeosá esteve cansado durante a vida inteira esteve cansado.
Jeosá resmungou e praguejou durante a vida inteira resmungou e praguejou. Jeosá sonhou e lutou e sofreu durante a vida inteira sonhou e lutou e sofreu. Jeosá também amou e acreditou e dançou durante a vida inteira amou e acreditou e dançou.
Ao abocanhar a espingarda de canos duplos paralelos não pensou em outra coisa que não fosse o maravilhoso espetáculo da libertação. Pela primeira vez deleitava-se com o gozo do gozo de que tanto ouvira falar. Todo o seu corpo estremecia feito arrepio enrugando-lhe a alma. Feito chocolate liquefeito na boca. Feito o prazer, enquanto pulsão, contorcendo-se na alma.
Por alguns instantes vacilou. Apertar o gatilho significava abdicar do encantamento que desfrutava e que imaginava não ser mais possível sentir. Ao mesmo tempo, sufocado pelas paredes amarelas do quarto e pelas lembranças que não o abandonavam jamais, sabia que a angústia permaneceria ao seu lado quando a realidade agredisse a porta daquela prisão: Jeosá ainda vive?
A possibilidade de resposta seria uma derrota. Sim. Estou. Vivo. Uma maldição. O que de pior pode acontecer ao encarcerado durante uma tentativa de fuga? Ser capturado quando já se vislumbra a claridade não fazia parte do plano. Jeosá ainda vive? Sim. Estou. Vivo. Frustração. Rastejar pela umidade do túnel e não colher os frutos da putrefação.
Jeosá ainda vive? Silêncio. Jeosá ainda vive? Sossego. Nem mesmo a mãe pôde gritar – sufocada pela paz que envolvia o cadáver do professor. Encarou o sangue. A morte. Encarou o filho. Agora que Jeosá já não tinha olhos pôde contemplá-lo como nunca fora capaz de fazer. Pôde beijá-lo e experimentar o sangue escorrendo pela garganta. Era Jeosá retornando para o caos de onde nunca deveria ter saído.
Queen… Ahhh, Queen é uma das minhas bandas preferidas; letras bonitas e ao mesmo tempo revolucionárias, arranjos e solos de guitarra perfeitos, e um dos melhores vocalistas que o mundo já viu. Uma grande banda, um grande conjunto, uma grande idéia. Pra quem gosta de rock, mesmo que não goste de Queen, sabe que deve a eles grande parte da influencia do rock atual. Eles são a história, como uma jovem sabia me disse.
Mas é incrível ver como o ser humano gosta de dominar a opinião dos outros. No parágrafo anterior inconscientemente ( ou não ) eu quis fazer com que o leitor concordasse comigo na minha opinião sobre o Queen. Mas afinal, isso é comportamento humano, e é isso o que nos torna o ser mais complexo: nós conseguimos analisar uma situação de vários pontos de vista. Bem, vamos ao que realmente nos interesse nisso tudo. Afinal, o que a banda britânica Queen e o comportamento humano têm em comum? Bom, vocês podem achar: Freddie Mercury era um cara muito fora dos padrões. Ou: o Queen foi uma espécie de revolução. É, isso é verdade. Porem, nesse texto aqui, não é disso que eu estou falando. Pra mim, Queen e comportamento humano juntos significam muito mais que esses simples comentários. Conversas na calçada, nikcs de Msn, Bohemian Rhapsody, Don´t Stop Me Now, mais de 300 emoticons e as conversas de além-meia-noite que eu citei no meu primeiro texto. Tudo isso me faz pensar que Queen e o comportamento humano se tornaram uma coisa só, e, de fato, muito especial para mim.