
Sigur Rós.
Janeiro 24, 2008Foi ontem à tarde com Johann, que parei pra pensar na minha vida, e pasmem, parei pra pensar em tudo que tava acontecendo assistindo “Uma Comédia Nada Romântica”. Desligava-me do filme e ficava com meus problemas na cabeça. Tais problemas que nem mesmo com meu melhor amigo, poderia conversar sobre todos. Nem com Johann Bauer.
Após assistir aos filmes, de tardezinha já, fomos à casa do Felipe, tomei umas, pra tentar esquecer os problemas. Cheguei em casa e mergulhei no Submundo de Sigur Rós. Não sei por que tal banda tem total domínio sobre mim. Sei lá, um carma positivo se estaura e eu completamente: Viajo.
Nem lendo os textos mais psicodélicos que eu achava, eu não viajava tanto como viajo ouvindo Sigur Rós. Sim, podem me chamar, no caso, nos chamar: Eu & Johann, de loucos! Porque Sigur Rós muitos dizem que é música de doido, mas nunca vi uma música com uma aura tão positiva, como tem as melodias de Sigur Rós.
Heysátan me faz viajar, Olsen Olsen me faz viajar, Starálfur nem se fala.
Posso ficar o dia todo ouvindo Sigur Rós que não canso, na verdade, eu me fortaleço. E que a rosa da vitória (Sigur Rós) esteja conosco para sempre.
Os Poetas do Agreste Recomendam.
. Texto escrito por: Ícaro Uther